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Jovens ativistas que estão mudando o mundo

Jogar videogame depois da escola, brincar com os amigos da rua e ir ao shopping, normalmente, fazem parte da rotina de um adolescente de 12 ou 13 anos. Entretanto, sempre existem exceções à regra. Saiba que com essa idade, alguns jovens ativistas já estavam tentando mudar o mundo e corrigir algumas injustiças que encontravam pelo caminho.

Um desses jovens é a sueca Greta Thunberg. Reconhecidamente crítica das políticas ambientais das principais potências econômicas do mundo, lembrando o seu embate com o presidente norte-americano Donald Trump, ela começou no mundo do ativismo ambiental em agosto de 2018, após se curar de uma depressão que a atingiu quando tinha apenas 11 anos. 

Assim, um movimento criado pela menina de protesto em frente ao parlamento sueco cobrando por medidas mais eficazes de combate às mudanças climáticas se espalhou rapidamente, ganhando adeptos em diversas partes do mundo. Greta ganhou tamanha notoriedade que até discursou na Cúpula do Clima em 2019. O evento foi realizado na sede da ONU em Nova York. Em seu discurso, que viralizou na internet, ela criticou líderes de 60 países por não agirem no combate às mudanças climáticas. 

Mas, o mundo não vive só de Greta Thunberg. Existem mais jovens ativistas batalhando por um mundo melhor e vamos te mostrar alguns deles. 

7 jovens ativistas que você não conhecia 

Chiara Sacchi

Reprodução Facebook

Moradora de Haedo, Argentina, Chiara Sacchi se notabilizou não somente pela luta nas questões climáticas, mas também como uma defensora do slow food. Esse é um movimento que busca valorizar produtos in natura que foram cultivados por produtores locais, além de uma alimentação de qualidade. 

Dessa forma, Chiara participa das atividades das organizações Terra Madre Salone del Gusto e Slow Food Cocaina Soberana em Buenos Aires. Ela também representa o Slow Food Argentina Network. Atualmente, a jovem ativista argentina tem como principal bandeira que o colapso climático do mundo também seja ensinado nas escolas.  

Isra Hirsi 

Reprodução Facebook

Atualmente com 17 anos, a estadunidense Isra Hirsi pode ser considerada uma das jovens ativistas que começou mais cedo, já que com seis anos, ela já participava do seu primeiro protesto. Esse fato curioso tem relação direta com a sua mãe, Ilhan Omar, congressista nos Estados Unidos e também defensora das causas ambientais. 

Isra se intitula como co-executiva do U.S. Youth Climate Strike (“Greve Climática da Juventude dos Estados Unidos”). A organização foi criada por jovens ativistas em janeiro de 2019. O principal foco da instituição é inserir pessoas de comunidades mais afetadas pelas mudanças climáticas no movimento ambiental. 

Emma González

Reprodução Facebook

A estudante americana de origem cubana Emma González, se tornou uma voz ativa contra o movimento armamentista nos EUA. Após a sua escola ser invadida por um ex-aluno armado que matou 17 pessoas, em 2018, Emma e outros colegas sobreviventes fundaram um grupo pela defesa do controle de armas. A associação foi denominada de Never Again MSD. Esse nome faz referência direta a ex-escola de Emma: Marjory Stoneman Douglas High School em Parkland, no estado da Flórida. 

Dessa forma, pode se entender o projeto como um comitê americano de ação política liderado por estudantes, como Emma Gonzalez. O foco de ação é que sejam implementados protocolos mais rígidos de segurança para evitar a violência armada.

Autumn Peltier

Reprodução Facebook

Nascida na reserva indígena de Wikwemikong, em Ontario, no Canadá, Autumn Peltier, 15 anos, tem como sua principal bandeira o direito ao acesso universal e irrestrito de água potável. Com isso, ela tenta defender a região dos Grandes Lagos da América do Norte dos efeitos das mudanças climáticas. Por conta disso, Autumn também compõe a ONG Wikwemikong First Nation.

Como resultado, a jovem ativista canadense foi reconhecida com a indicação ao ‘Prêmio Nobel Infantil da Paz’, em 2018. 

Jazz Jennings 

Reprodução Facebook

Nascida em 6 de outubro de 2000, Jazz Jennings é uma garota transgênero norte-americana que se tornou uma ativista e defensora dos direitos LGBTQ+. Ela é considerada uma das pessoas mais jovens registradas a ser identificada como transgênero. Esse episódio ocorreu logo que ela tinha 4 anos.

Assim, Jazz passou a ser presença contínua na mídia. Sempre defendendo a causa LGBTQ+ e em busca de direitos igualitários para as pessoas transgêneros. 

Melati e Isabel Wijsen

Reprodução Facebook

O plástico deixou de ser um problema ambiental na Ilha de Bali, Indonésia. Em grande parte, esse fato, aconteceu por conta das jovens e irmãs Melati e Isabel Wijsen. Inspiradas em outros grandes ativistas, como Mahatma Ghandi, as duas criaram o projeto Bye Bye Plástico, em 2013. Essa iniciativa tinha como intuito remover sacolas plásticas de praias, escolas e comunidades em todo o país. 

Em janeiro de 2018, toda a extensão da Ilha de Bali foi declarada como livre de sacolas plásticas. Além disso, a Indonésia planeja proibir o uso desse tipo de material a partir de 2021. Atualmente, a organização das jovens ativistas já conta com uma equipe de mais de 25 pessoas.

E, você? Se fosse um dos jovens ativistas, qual causa defenderia? Clique aqui e descubra agora.

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